Amazing Break
Iniciamos a prática do Break em 2006 (John Lennon da Silva e Andrei Alves) dançando no gueto naturalmente, e no decorrer da jornada decidimos montar um grupo. Começamos a compartilhar com outros grupos de dança os espaços de ensaio do Ceu São Rafael (Parque S. R., distante do centro de São Paulo - 38 km, mais precisamente). Depois, adquirindo o nosso próprio espaço, principiamos nossa participação nas aulas de vocacional que eram realizadas pela Prof. Mônica Augusto (orientadora vocacional do projeto); tínhamos propostas diversas e o papel de Mônica foi nos provocar e nos fazer reconhecer o nosso trabalho como sendo arte.
Decidimos, então, ampliar nossos olhares em prol daquilo que percebíamos ser realmente novo. Logo pensamos: "gostamos muito de musicas eruditas, porque não juntar com o estilo break?". Não obstante, conosco o pop/rap americano casou-se com uma das coreografias mais emblemáticas do balé...
Pelas mãos do coreógrafo Luis Ferron, o grupo foi apresentados a O Cisne, 13º andamento de "O Carnaval dos Animais", peça escrita pelo compositor francês Camille Saint-Saëns em 1886. No começo do século 20, o russo Mikhail Fokine coreografou o trecho e sugeriu à conterrânea Anna Pavlova que o dançasse. Ferron, mostrando o trecho para nós todos, disse: “Pira na música, não pira na mulher”. A experiência incomum, registrada num vídeo de quatro minutos, alcançou o YouTube e logo se disseminou. Acabou chamando a atenção do SBT, que convidou John L. S. para o programa de calouros “Se Ela Dança, Eu Danço”.
Pelas mãos do coreógrafo Luis Ferron, o grupo foi apresentados a O Cisne, 13º andamento de "O Carnaval dos Animais", peça escrita pelo compositor francês Camille Saint-Saëns em 1886. No começo do século 20, o russo Mikhail Fokine coreografou o trecho e sugeriu à conterrânea Anna Pavlova que o dançasse. Ferron, mostrando o trecho para nós todos, disse: “Pira na música, não pira na mulher”. A experiência incomum, registrada num vídeo de quatro minutos, alcançou o YouTube e logo se disseminou. Acabou chamando a atenção do SBT, que convidou John L. S. para o programa de calouros “Se Ela Dança, Eu Danço”.
Nosso trabalho tem como característica explorar os estilos popping, bboy, contemporâneo e entre outros elementos dentro das danças urbanas, utilizando no espaço cênico o fluxo e refluxo de suas frontalidades.
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